Juri da Edição de 2025 Júri da Edição de 2025 | Júri Nacional, atriz, performer, pesquisadora, professora e diretora
Juliana Jardim é atriz, performer, pesquisadora, professora e diretora brasileira.
Em maio de 2025, colabora com a Muda Outras Economias, no Rio de Janeiro, em criação cénica a partir dos temas do trabalho, do descanso e da festa, e da experiência do coletivo com a agroecologia e a criação de uma moeda complementar.
Em 2024, foi curadora da premiação Rumos Itaú Cultural, para a seleção de projetos de todo o Brasil em todas as linguagens artísticas.
Em 2023, criou, em São Paulo, os 133 conselhos para adultos barulhentos, premiada com o ProAC-Performance, a partir de Fernand Deligny.
Desde setembro/2023 é docente de Artes Performativas no Instituto Politécnico de Santarém.
Em 2022, dirige e concebe a dramaturgia do show Tradição Improvisada, com Thomas Rohrer dialoga com a música de Nelson da Rabeca e Dona Benedita, em turnê no SESC Jazz Festival.
Co-dirigiu, em 2021, com Beatriz Sayad e Heloisa Passos, o filme A Assembleia, que teve première no Festival do Rio e na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, a partir de uma produção com Porte Parole, de Montreal.
Entre 2020, criou, como diretora de performance, autora do texto e performer, Constella(c)tions, de autoria musical de Michelle Agnes, no Ircam/Pompidou, que apresentadas no Centquatre/Paris.
Idealizou os Ensaios ignorantes, realizados e premiados entre 2011 a 2019, no Brasil.
Criou e dirigiu, no povoado amazônico de Alter do Chão, o experimento audiovisual Começo de engerar caverna, em parceria com o duo Las cabaças, a partir de arqueologia e imaginação com as mulheres das cavernas da região do Parque Estadual de Monte Alegre, no Pará.